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A Ambiental Ceará trata o equivalente 54 mil piscinas olímpicas de esgoto por ano, material coletado nas 24 cidades em que a empresa atua

Diariamente, mais de 376 milhões de litros de esgoto de 24 cidades cearenses percorrem um longo caminho até retornarem ao meio ambiente sem poluir a natureza. Essa quantidade de efluentes, que sai de pias, ralos e vasos sanitários, chega às estações operadas pela Ambiental Ceará, onde passam pelo processo de tratamento e análise, contribuindo com a boa qualidade da água nos corpos hídricos. Neste 22 de março, quando é celebrado o Dia Mundial da Água, a empresa reforça a importância da universalização do acesso à coleta e ao tratamento de esgoto e como a população tem participação ativa nessa jornada.

O tratamento do esgoto coletado nas cidades atendidas pela Ambiental Ceará garante que, por ano, o equivalente a 54 mil piscinas olímpicas de esgoto retorne ao meio ambiente de acordo com a legislação vigente. Até o final de 2024, o volume de esgoto tratado será 13% maior, com 52 milhões de litros a mais por dia, em razão do aumento da infraestrutura de esgotamento sanitário, a partir de obras executadas pela Ambiental Ceará. Essa expansão vai beneficiar 440 mil pessoas com acesso à coleta e ao tratamento de efluentes nos municípios atendidos pela empresa.

“É importante lembrar que 99% do esgoto é constituído por água. Quando tratamos esse material de forma adequada, antes de devolvê-lo para a natureza, estamos garantindo que a água de rios, açudes e lagoas, ou lençóis subterrâneos, por exemplo, seja devidamente conservada e possa ser utilizada para atividades do dia a dia, como tomar banho ou cozinhar”, relaciona o diretor-presidente da Ambiental Ceará, André Facó. Na avaliação de Facó, as soluções de acesso à água envolvem não apenas disponibilizar esse item em quantidade, mas garantir a qualidade do material ofertado.

Análise em laboratório
Nas 217 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) de responsabilidade da Ambiental Ceará, os efluentes coletados passam por diversos processos de limpeza e estabilização. Da retirada de sujeiras aos processos químicos, um ciclo completo leva entre 15 e 45 dias para ser concluído. A certificação da qualidade do material que sai das estações é feita por laboratórios especializados nesse tipo de análise.

“Periodicamente, são realizados monitoramentos do esgoto bruto e do esgoto tratado em todas as ETEs operadas pela Ambiental Ceará. Uma equipe coleta o material e encaminha para um laboratório. Os resultados precisam estar dentro do que determina o regulamento do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para não alterar as características dos corpos de água que vão receber o material tratado”, detalha a coordenadora do Laboratório de Efluentes da Ambiental Ceará, Priscila Decome.

Missão coletiva
Universalizar o acesso à coleta e ao tratamento de esgoto vai além de garantir a infraestrutura para esse serviço e executar obras para ampliar as redes disponíveis. A população participa de maneira ativa nesse processo, conectando os imóveis ao sistema de esgotamento sanitário e contribuindo para que os efluentes não se convertam em canais de transmissão de doenças.

A funcionária pública Tarcila Castro de Almeida, 52, executou a tarefa de ligar a casa ao sistema logo que a rede de esgoto chegou na Barra do Ceará, bairro onde ela mora desde adolescente. “Aqui em casa está tudo conectado direitinho na rede de esgoto, para que ele possa ser tratado e, por fim, não poluir a natureza, nem prejudicar a saúde das pessoas”, afirma.

Universalizar o esgotamento
Em 2024, a Ambiental Ceará vai implantar mais de 370 km de novas redes de coleta e tratamento de esgoto, permitindo que 132 mil famílias possam conectar os imóveis ao sistema de esgotamento sanitário. Também serão construídas seis Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e 22 Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), garantindo o funcionamento pleno do sistema de esgotamento de diversas cidades e/ou regiões.

Universalizar o esgotamento sanitário é a premissa da Parceria Público-Privada (PPP) firmada entre a Cagece e a Ambiental Ceará. A empresa é responsável pela ampliação, operação e manutenção do sistema de esgotamento sanitário em 24 municípios das regiões metropolitanas de Fortaleza e do Cariri, atendendo 4,3 milhões de cearenses. Ao todo, R$ 6,2 bilhões serão investidos em obras, levando esgotamento sanitário para 90% da população até o ano de 2033, e avançando para 95% em 2040.

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